12 itens que você precisa conferir em seu cálculo de rescisão trabalhista

Dicas para o cálculo de rescisão

Dicas para o cálculo de rescisão

Entender o que deve ser verificado antes de assinar o documento com verbas e descontos rescisórios é fundamental para garantir seus direitos

Depois de pedir demissão ou ser desligado da empresa em que trabalhava, você precisa assinar o Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho, também conhecido como TRTC. Esse documento traz suas informações pessoais, valores a receber e descontos do pagamento.

Mas antes de realizar o procedimento, como o termo possui muitos campos, é importante saber em quais itens é fundamental se concentrar para confirmar que os valores estão corretos.

Para lhe ajudar nessa tarefa e evitar que algum dos seus direitos não seja recebido, separamos abaixo os itens que você deve verificar no cálculo da rescisão.

1. Dados da empresa e do empregado

Ao receber o TRTC, confira o CNPJ e endereço da empresa, os seus dados pessoais e as informações sobre o seu cargo. Além disso, cheque cuidadosamente o número do seu PIS/Pasep. Se esse item estiver errado, não é possível dar entrada no seguro-desemprego.

2. Informações sobre o contrato

Fique atento ao motivo da rescisão, ou seja, se foi sem ou por justa causa e, se for o caso, até mesmo por que você pediu demissão. Dependendo da razão, as verbas rescisórias podem ser diferentes.

3. Salário bruto

Veja se no campo salário bruto está a sua remuneração do mês anterior. Toda a conta da rescisão é feita com base nesse valor. Caso o seu salário seja variável, deve constar uma média dos últimos valores recebidos.

4. Datas

Confirme a sua data de admissão e de demissão. A data de admissão, que é o dia que você começou a trabalhar na empresa, precisa estar certa para você exigir benefícios, como férias ou 13º salário.

5. Aviso prévio

Verifique se está correta a data em que você foi comunicado (ou comunicou) sobre sua demissão. Também confirme se a quantidade de dias de aviso prévio está exata. Lembrando que, se o aviso for indenizado, você tem direito a 30 dias corridos mais 3 dias por ano trabalhado na empresa, sem ultrapassar o total de 90 dias.

6. Saldo do salário

Nesse campo estará o salário a receber proporcional aos dias que você trabalhou. Assim como acontece todos os meses, incide sobre esse valor descontos de Previdência Social (INSS) e Imposto de Renda. (IR).

7. 13º Salário proporcional

Esse item só estará preenchido para quem foi demitido sem justa causa. O 13º será proporcional ao número de meses trabalhados, a partir de janeiro, incluindo o aviso prévio.

8. Férias vencidas

Se você trabalhou durante 12 meses seguidos, tem direito a 30 dias de férias. Caso não tenha usufruído desse benefício enquanto estava na empresa, o valor deve entrar na rescisão. A firma deverá pagar o seu salário mais um terço dele. Na situação de você não ter tirado as suas férias ao longo dos 12 meses seguintes do seu direito, deverá ser pago o dobro do valor correspondente.

9. Férias proporcionais

Mesmo sendo demitido antes de completar 12 meses para adquirir as férias, você tem direito a receber férias proporcionais. Para saber se o valor está correto, divida o valor das férias (um salário mais um terço) por 12 e multiplique o resultado pelo número de meses trabalhados no ano.

10. Descontos

Confira as deduções legais que o seu salário sofreu. Entre elas estarão os descontos relativos ao INSS e ao IR.

11. Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS)

De forma simplificada, o saldo do seu FGTS corresponde a pouco mais de um salário por ano trabalhado na empresa. Nesse valor, também se devem incluir osdepósitos de saldo do salário, aviso prévio e outros itens pagos na rescisão. Além disso, ao ser demitido sem justa causa, precisa ser adicionada uma multa referente a 40% do total que a empresa depositou durante o tempo em que você trabalhou nela.

12. Acordos firmados

Averigue com o sindicato da sua categoria se há possíveis acordos firmados com a empresa em que você trabalhava, o que pode lhe garantir outras indenizações. Como exemplo, há o acordo específico do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, que prevê que as empresas concederão uma indenização ao jornalista em caso de demissão sem justa causa dentro do prazo de 30 dias após o retorno das férias, no valor equivalente a um salário bruto proporcional ao número de dias que faltam para que se complete o mês.

Rescisão errada

Se você encontrou algum erro depois de conferir todas as informações e valores do seu termo de rescisão, peça a correção diretamente para o empregador.

Os erros mais comuns podem ser encontrados nas verbas rescisórias, como 13º salário, FGTS e férias. Por isso, fique bastante atento especialmente a esses campos. Para garantir que tudo esteja nos conformes, você pode até levar o papel para um profissional verificar os cálculos posteriormente.

4 motivos para investir hoje mesmo em um sistema de ponto eletrônico!

 

O investimento em um sistema de ponto eletrônico para o controle de jornada dos funcionários, muitas vezes, é postergado pelos gestores, com receio de que se torne mais um gasto para a empresa. No entanto, esse adiamento acaba tendo o efeito contrário, contribuindo para acumular perdas financeiras.

Também chamada de SREP (Sistema de Registro Eletrônico de Ponto), essa solução tecnológica tem efeitos imediatos na redução de custos em diversas áreas da organização. Por isso, é vantajosa desde o momento de sua implantação.

Confira, neste post, como um sistema de ponto eletrônico pode colaborar para que sua empresa se torne mais eficiente e competitiva, e comece a cortar gastos hoje mesmo!

 

Como funciona um sistema de ponto eletrônico?

Um sistema de ponto eletrônico, ou SREP, é um conjunto de ferramentas tecnológicas que permite a marcação dos horários das entradas e das saídas dos trabalhadores, bem como, sua apuração para o fechamento da folha de pagamento, de forma automatizada.

Constituído, basicamente, de um relógio de ponto eletrônico e um software de tratamento, o SREP reduz a necessidade de intervenções humanas na manipulação dos dados das jornadas de trabalho e, assim, diminui a probabilidade de erros no processo. Nesses sistemas, as informações dos equipamentos são enviadas diretamente para o programa de gestão, que realiza os cálculos.

Ao mesmo tempo, torna os registros mais confiáveis, pois os relógios eletrônicos são invioláveis e exigem a presença do funcionário para a validação dos pontos em cada horário. Dessa forma, os pagamentos são realizados de forma justa, computando horas extras e descontos corretamente.

Isso porque os registradores eletrônicos de ponto são equipados com dispositivos de identificação mais modernos e seguros do que os métodos tradicionais (como o cartão de papel ou as anotações em livro e folha de ponto). Entre os mais eficientes, se destaca a biometria.

 

Por que utilizar um relógio de ponto biométrico?

A opção pelo investimento em um sistema de controle de jornada que conte com um relógio de ponto biométrico é, atualmente, a mais vantajosa para uma empresa. Afinal, a confiabilidade dos registros é maximizada por conta da sua tecnologia de identificação dos funcionários.

Por meio da leitura de atributos físicos individuais, como a impressão digital, o equipamento garante que o ponto seja registrado somente pelo próprio trabalhador. Além de mais seguro, esse dispositivo torna o processo mais simples, também, pois o empregado não precisa carregar cartões ou se lembrar de senhas para marcar seus horários.

Essa tecnologia tem impactos positivos imediatos, como dissemos, nas finanças de uma empresa. No tópico a seguir, falaremos um pouco mais sobre isso.

 

Como um SREP ajuda a reduzir despesas na minha empresa?

Abaixo, relacionamos 4 maneiras que um sistema de ponto eletrônico auxilia na redução de despesas em uma organização. Esses são pontos importantes que se constituem como excelentes motivos para não adiar a implantação de um SREP na sua empresa. Confira!

 

1. Otimiza o setor de Recursos Humanos

Nos sistemas tradicionais de marcação de ponto, é preciso deslocar ao menos um funcionário do setor de Recursos Humanos, ao final de cada mês, para calcular as jornadas à mão ou lançar os horários no computador. Essa tarefa exige muito tempo dedicado, tomando dias de trabalho que têm um custo mensal para a empresa.

Com um SREP implantado, o cômputo é realizado automaticamente, demonstrando, em tempo real, os lançamentos e as apurações. Dessa maneira, o profissional, que antes era responsável por esse processo, pode ser aproveitado em outras tarefas voltadas ao aumento da produtividade ou à redução de despesas.

 

2. Melhora a precisão do controle de jornadas

Porém, não são só as horas de trabalho do funcionário responsável que representam um custo para a empresa no processo de apuração da folha de pagamento. Eventuais equívocos nos cálculos ou nos lançamentos também geram pagamentos indevidos, assim como, o extravio de cartões ou de livros de registro.

E não adianta culpar o colaborador, pois o ser humano é falho por sua natureza. Portanto, é de se esperar que esses erros aconteçam. Assim, o melhor é se prevenir, automatizando ao máximo o cômputo da folha de pagamento com um sistema de tratamento dos dados do relógio de ponto.

Além disso, com a tecnologia de armazenamento em nuvem, as empresas não precisam fazer grandes investimentos em informática para contar com um SREP. O próprio software de tratamento é acessado a distância e as informações das jornadas de trabalho são guardadas em um servidor seguro, sem riscos de extravio e sem custos adicionais.

 

3. Reduz as perdas com horas não trabalhadas

Nos métodos analógicos de marcação de ponto, o setor de Recursos Humanos fica refém das informações prestadas pelos empregados para realizar os pagamentos. Ao utilizar cartões de papel ou anotações em livro, a fiscalização se torna mais difícil, possibilitando que os trabalhadores marquem horários irreais de entradas e saídas.

Há várias maneiras de burlar esses sistemas, como a marcação feita por colegas, o lançamento de horários errados no livro de ponto, o preenchimento de vários dias de uma só vez e as desculpas de perda ou esquecimento dos cartões. Isso representa um gasto considerável com atrasos, faltas e horas extras não trabalhadas.

Para se ter uma ideia melhor, para cada trabalhador que recebe um salário-mínimo, em média, 5% desse valor é pago em horas não cumpridas. Se utilizarmos essa porcentagem e multiplicarmos pelo total da folha de pagamento, teremos um valor aproximado do quanto a implantação de um SREP pode economizar para sua empresa por mês.

Ainda, é importante frisarmos que essas horas passarão a ser trabalhadas, contribuindo para o aumento da produtividade da equipe, também.

 

4. Diminui o risco de indenizações judiciais indevidas

O controle do ponto dos funcionários feito no método manual ou no cartográfico, em uma ação trabalhista, tende a ter sua validade contestada, justamente pela falta de confiabilidade desses sistemas. Nesse sentido, horas extras podem ser reclamadas e “comprovadas” apenas pela palavra do ex-empregado e a de mais uma testemunha.

Como é responsabilidade da empresa demonstrar o pagamento correto das horas trabalhadas, o pouco rigor no registro das jornadas pode levar a condenações e, consequentemente, ao pagamento de indenizações indevidas. Um SREP com tecnologia de identificação por biometria evita esse custo por sua alta precisão e segurança dos dados.

Como vimos, adiar o investimento em um sistema de ponto eletrônico, em vez de economizar o capital da empresa, acaba por prolongar gastos desnecessários. Sua eficiência e confiabilidade são essenciais para tornar a equipe mais produtiva e reduzir despesas com o pagamento de horas não trabalhadas tanto as administrativas quanto as judiciais.

Qual é a validade do registro de ponto em ações trabalhistas?

 

registro de ponto é um dos principais motivos de disputas trabalhistas, resultando em ações judiciais para a revisão dos pagamento de horas trabalhadas ou dos descontos efetuados em folha. Por isso, é importante que a empresa tenha um sistema confiável de controle de jornada para se precaver e evitar erros.

Afinal, sobre ela recai a responsabilidade de comprovar a exatidão das apurações realizadas. Caso os métodos de marcação de ponto sejam falhos, a Justiça pode entender que as alegações do trabalhador são verdadeiras, obrigando o empregador a pagar o valor pedido, além de indenizações, ainda que não sejam condizentes com a realidade.

Mas qual é o melhor sistema de registro de ponto para evitar despesas indevidas com ações trabalhistas? Sem dúvidas é o relógio de ponto eletrônico. Neste post, mostraremos o porquê.

 

O princípio da proteção no Direito do Trabalho e a responsabilidade do empregador

Um dos princípios do Direito Trabalhista diz respeito à proteção à parte considerada mais fraca, no caso, o trabalhador. Por isso, a Justiça do Trabalho tende a inverter para o empregador algumas obrigações, como o ônus da prova, e a flexibilizar alguns de seus direitos, como a presunção de inocência.

São as desproporções econômica e técnica existentes entre empresa e empregado que o tornam hipossuficiente para garantir seus direitos. Assim, é a própria Justiça que deve reduzir esse desequilíbrio para alcançar um segundo princípio do Direito do Trabalho: o da busca pela verdade real.

Porém, se o tratamento entre as partes é desigual, como a verdade pode ser alcançada? A resposta está em, justamente, tratar os desiguais na proporção de suas capacidades.

É a empresa que mais provavelmente tem o poder econômico para contratar profissionais como advogados, peritos e investigadores, além ter a capacidade de juntar provas com maquinário e pessoal. Ou seja, o empregador pode lançar mão de diversos recursos como câmeras de vigilância, registro de ponto e um setor de Recursos Humanos para comprovar a veracidade de suas alegações.

Por isso, a responsabilidade de demonstrar, por exemplo, os horários nos quais o trabalhador, de fato, entrou e saiu da empresa recai sobre a própria organização. Nesse cenário, ter um sistema confiável e regularizado é essencial para resguardar-se e evitar custos com indenizações indevidas.

 

Os sistemas de registro de ponto e sua aceitação em ações trabalhistas

Por muitos anos, a forma mais precisa de marcar o ponto dos funcionários foi por meio de um relógio cartográfico. Além dele, persistiram outros métodos, como a anotação à mão feita em uma folha de ponto ou livro de registro.

No entanto, a facilidade com que esses meios podem ser fraudados e a probabilidade alta de que erros aconteçam no processo de apuração fizeram com que a confiança neles diminuísse. Inclusive, para a Justiça do Trabalho, que já não aceita os dados expressos nesses sistemas de controle como provas irrefutáveis. São comuns os casos de:

  • marcação de ponto com cartão por outra pessoa;
  • extravio proposital do cartão;
  • marcação “britânica” na folha de ponto (com horário exato do contrato de trabalho);
  • avarias e rasuras nas folhas de ponto ou livros de registro;
  • anotações retroativas de horários, às vezes, de vários dias.

Dessa forma, em ações trabalhistas que pedem a revisão de pagamentos ou de descontos, a palavra do empregado passou a ter mais força, bastando a confirmação de uma testemunha ou de algum outro indício para que a razão lhe seja dada. As empresas que não contam com outros mecanismos para corroborarem suas marcações, acabam perdendo a disputa.

Porém, com a evolução da tecnologia, novos mecanismos foram desenvolvidos e passaram a ter prestígio no meio jurídico por conta de sua eficiência e confiabilidade. O principal deles, é o relógio de ponto eletrônico.

 

Relógio de ponto eletrônico traz idoneidade para as marcações

relógio de ponto eletrônico conta com os mais recentes avanços tecnológicos em dispositivos de identificação, como o sistema de digitação de senha pessoal e o leitor biométrico. Dessa maneira, tornam as informações sobre os horários de ponto mais confiáveis, pois dão maior garantia de que o próprio funcionário fez a marcação.

Além disso, os equipamentos e softwares de tratamento do ponto são regulamentados pela Portaria 1510/2009 do Ministério do Trabalho e Emprego. Essa norma traz uma série de exigências para que os aparelhos possam ser homologados para, só então, poderem ser utilizados.

Ainda, a marcação é registrada em uma memória inviolável do relógio de ponto e copiada para o programa de tratamento, ficando armazenada, também, na nuvem. Assim, livra a empresa de investimentos em servidores e computadores, sendo que os dados são guardados em ambiente seguro.

Por outro lado, um SREP (Sistema de Registro Eletrônico de Ponto) — que inclui o relógio de ponto e o software de tratamento — automatiza o processo de apuração da folha, reduzindo a participação humana nos cálculos e, por conseguinte, as falhas e os erros.

Esses motivos fazem com que a Justiça do Trabalho tenha uma aceitação muito maior das marcações feitas com relógios de ponto eletrônicos homologados. Até porque, os aparelhos são obrigados a emitirem comprovantes para que os trabalhadores possam conferir seus holerites e tenham uma contraprova.

Deu para perceber que a melhor opção para uma empresa se prevenir de condenações indevidas em ações trabalhistas é investir em um sistema de registro de ponto eletrônico. Isso porque suas tecnologias de identificação e automação dos processos, bem como, a transparência e a inviolabilidade dos dados, conferem maior respaldo jurídico à apuração da folha de pagamento.

O que diz a Portaria 373 do MTE sobre o controle de ponto mobile?

Portaria 373 do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), de 25 de fevereiro de 2011, foi promulgada para flexibilizar algumas exigências quanto ao controle de ponto eletrônico. Dessa forma, abriu as portas para sistemas alternativos, como softwares mobile para smartphones e tablets.

Se por um lado essa nova legislação complementa a Portaria 1510/2009, prevendo a legalidade de outras opções para o controle de jornada de funcionários, por outro, não melhora a segurança jurídica delas, necessariamente. Por isso, é preciso tomar alguns cuidados para implantar uma solução mobile, analisando se é o melhor para a sua empresa ou organização.

A seguir, falaremos um pouco mais sobre o que diz a Portaria 373 e sobre como funcionam os sistemas mobile para que você possa se decidir. Confira!

 

A Portaria 373 do MTE e a nova legislação trabalhista

 

Portaria 373/2011 do Ministério do Trabalho e Emprego foi elaborada para dar alternativas para o controle de ponto dos funcionários, a empregadores que tenham dificuldades no uso de um SREP (Sistema de Registro de Ponto Eletrônico), previsto em Portaria anterior, de número 1510/2009.

Com as novas regras, foram contemplados as organizações que mantêm colaboradores executando trabalhos externos ou na localidade do cliente. Ou, ainda, que tenham suas equipes descentralizadas, atuando em diversos locais. Porém, a Portaria 373 tem algumas exigências para isso.

A primeira é que o sistema adotado seja, antes, autorizado por uma Convenção ou Acordo Coletivo de Trabalho. Ou seja, é preciso que os trabalhadores, por intermédio de seu sindicato, tenham concordado, em tratativas com a empresa ou com o sindicato patronal, com o uso de determinado método de controle alternativo.

Em seguida, a Portaria traz outras condições que o sistema não pode admitir, como:

  • restrição à marcação do ponto;
  • marcações automáticas;
  • exigência de autorização prévia para marcação de sobrejornada;
  • alteração ou eliminação de dados dos registros de ponto.

Nesse sentido, foram criados alguns métodos para suprir a falta de registradores eletrônicos de ponto (REPs), regulados pela Portaria 1510/2009 do MTE. O problema é que a chamada Reforma Trabalhista trouxe uma série de possibilidades para as relações entre funcionários e empregadores.

Novos modelos de contratações — como o intermitente e o home office — e jornadas de trabalho diferenciadas podem, agora, ser acordadas entre o colaborador e a empresa, gerando um contrato que se sobrepõe a acordos e convenções coletivas. Isso pode trazer um problema para o empregador que utiliza meios alternativos de controle de ponto, como no caso de aplicativos mobile.

Como sua capacidade de adaptação não é tão grande, pode ser difícil alinhar seu funcionamento ao que foi contratado entre empregador e empregado com relação a jornadas, horários e horas extras. Por cada funcionário poder ter suas próprias regras, controlar o ponto de um grande número deles talvez fique complicado com softwares menos robustos.

Além disso, os meios de comprovação tendem a ser polêmicos em uma ação judicial trabalhista, pois não são regulamentados como no caso dos REPs. Sua validade jurídica, portanto, pode ser contestada com a participação de testemunhas e outras “provas” apresentadas pelo ex-empregado.

Por isso, se a organização atua em apenas um edifício e não tem um número tão reduzido de colaboradores (um ou dois, por exemplo), o ideal é usar REPs homologados de acordo com a Portaria 1510/2009. Seus programas de tratamento de ponto permitem acrescentar observações aos registros e sua segurança é maior, com comprovantes impressos e memória inviolável.

No entanto, para aquela que precisa de sistemas alternativos para vários locais de marcação de ponto, o mobile, provavelmente, é o sistema mais indicado.

 

Sistema mobile de controle de ponto: uma alternativa flexível

 

Os chamados sistemas de controle de ponto mobile são softwares para computadores, smartphones e tablets, criados especificamente para a marcação e gestão de ponto dos funcionários. Por meio de identificação da geolocalização, o aplicativo registra a marcação sem que haja interferência humana nos horários.

Esses dados são, então, passados para um sistema em nuvem, que os armazena e permite sua consulta, tanto aos gestores responsáveis pelo setor de Recursos Humanos quanto pelo próprio trabalhador.

O programa pode ser acessado de qualquer dispositivo cadastrado, possibilitando que empregados atuando distantes da sede (ou em várias sedes, home office e junto ao cliente, por exemplo) marquem seus horários de entrada e de saída.

Dessa forma, empresas que têm dificuldades em deslocar seu quadro inteiro para um mesmo ambiente somente para fazer o registro do ponto, podem se beneficiar da flexibilidade dos aplicativos de controle mobile.

Portaria 373 do MTE trouxe avanços à legislação, abrangendo organizações e empresas para as quais os SREPs tradicionais não faziam sentido. Porém, os sistemas alternativos, como o controle de ponto mobile, são indicados para empregadores que precisam deles, não sendo vantajosos para aqueles que queiram somente substituir seus REPs homologados por opções mais em conta.

Este artigo foi útil para você? Quer saber mais sobre as vantagens de ter um sistema de ponto eletrônico? Então aproveite para conhecer 4 motivos para implantar um hoje mesmo em sua empresa!

Como a biometria pode oferecer maior segurança às empresas?

Falhas humanas e fraudes nos processos de uma empresa podem ocasionar uma série de perdas financeiras e danos a seu patrimônio. Nesse sentido, a biometria é uma tecnologia que proporciona maior segurança, evitando prejuízos e fazendo com que as organizações sejam mais eficientes.

Isso acontece porque as inovações nos algoritmos de identificação e na sensibilidade dos leitores biométricos têm aumentado sua confiabilidade. Eles já são capazes de prevenir as ilegalidades mais comuns e dificultar a vida de quem pretende burlar os sistemas.

Quer saber como a biometria pode ajudar sua empresa? Neste post, mostraremos em quais áreas ela é mais aplicada e de que forma essa tecnologia torna os processos mais seguros e práticos. Confira!

 

Biometria para empresas: maior segurança e automatização de processos

 

Como dissemos, a biometria em empresas, bem como, em outros tipos de organizações, é usada, basicamente, para melhorar a confiabilidade e a agilidade de seus processos. Os exemplos mais frequentes de aplicação são no controle da jornada dos funcionários, na restrição de acessos e na automação de pontos de venda. Veja abaixo como a tecnologia é utilizada nesses três casos.

 

Relógio de ponto biométrico

 

Nos sistemas tradicionais de gestão de ponto (cartográfico e manual, por exemplo), é preciso deslocar um ou mais colaboradores para realizar o cômputo das horas de cada trabalhador. Além da possibilidade grande de equívocos, esses métodos de controle são, também, muito fáceis de serem fraudados.

Nesse sentido, a biometria aplicada no relógio de ponto eletrônico torna o processo mais ágil, mais preciso e seguro. Esse sistema exige a presença do funcionário no momento da marcação, guarda os dados em uma memória inviolável e os envia automaticamente para um software responsável por gerar a folha de pagamento, reduzindo a participação humana no processo.

 

Controle de acesso

 

No controle de acesso, a biometria é utilizada para liberar a passagem de indivíduos em portas, catracas, cancelas e, até, em sistemas de computadores. Essa é uma ajuda importante para realizar o tripé da segurança patrimonial (restrição, autorização e auditoria), pois é livre de falhas humanas e precisa na identificação pessoal.

Por outro lado, sua tecnologia permite um processo de autorização mais rápido, bastando o cadastramento prévio das pessoas e suas permissões no sistema. A autenticação e a liberação do acesso ficam a cargo do dispositivo equipado com a tecnologia, que as realiza de forma automatizada.

 

Automação comercial

 

Os leitores biométricos também são utilizados para automatizar processos comerciais. A liberação de operações em caixas registradoras e pontos de vendas, como cancelamento de itens ou aplicação de descontos, pode ser feita por meio da biometria, dando mais segurança do que utilizando chaves, senhas ou cartões.

Ainda, o uso da biometria para identificar clientes e cadastrá-los em promoções ou, mesmo, para inserir seus dados nas notas e cupons fiscais, é mais rápido, confortável e confiável, eliminando a necessidade de cartões de fidelidade ou digitações de números em cada compra.

 

Segurança na biometria: novas tecnologias estão vencendo as fraudes

 

Para que esses processos sejam realmente melhorados com a tecnologia biométrica, é preciso que ela garanta que a pessoa utilizando o equipamento é a mesma que foi cadastrada previamente.

Para tanto, no momento de seu cadastro, é feita a coleta de dados de alguns atributos físicos únicos do indivíduo — como a impressão digital. Depois, o leitor biométrico reconhece esses atributos e os compara com as informações armazenadas em seu sistema para, então, validar a identidade do usuário.

Os modernos dispositivos, como os utilizados nos equipamentos da Control iD, contam com inovações que combatem falhas de segurança. Em relação à integridade das impressões digitais, por exemplo, em apenas alguns milissegundos, uma quantidade muito maior de pontos de identificação é coletada.

Como deu para perceber, a biometria é uma ótima solução para aumentar a segurança de sua empresa na gestão de jornadas de trabalho, no controle de acesso e na automação comercial. Sua tecnologia avançada garante a identidade do usuário e é livre de fraudes, tornando esses processos mais confiáveis e rápidos, superando os problemas comuns com cartões magnéticos, barras ou proximidade, que podem ser facilmente emprestados.

Ficou alguma dúvida sobre a segurança que a biometria traz para sua empresa? Nossos consultores podem ajudar. Entre em contato conosco!

Relógio de ponto eletrônico: veja como calcular o melhor custo-benefício!

A implantação de um relógio de ponto eletrônico traz uma série de vantagens para a empresa ou organização ao tornar o controle de jornada dos funcionários mais preciso e ágil. Porém, não basta somente comparar os preços dos equipamentos. É necessário, também, atentar a outros fatores, nem sempre óbvios, para poder escolher o que apresenta o melhor custo-benefício.

Afinal, a aquisição de um registrador eletrônico de ponto (REP) por si só, não é suficiente. É preciso que ele trabalhe junto a um sistema de apuração e armazenamento de dados. E como sua utilização causa impacto na produtividade e nos processos internos da empresa, a compra deve ser encarada como um investimento pelos gestores.

Sendo assim, alguns indicadores precisam ser observados para que a oferta mais vantajosa seja contratada. Neste artigo, abordaremos alguns dos principais para ajudar você nessa escolha. Não deixe de ler!

 

Como analisar o valor de um relógio de ponto eletrônico?

 

Existem vários REPs no mercado, de diversos modelos e fabricantes. Eles diferenciam-se nas tecnologias empregadas para a identificação do trabalhador no momento da marcação do ponto, nos seus dispositivos de segurança, no tipo de impressora e corte do ticket comprovante, capacidades de usuários e biometrias cadastradas e nos de transmissão de dados. Em muitos casos, os preços variam de acordo com essas características, sendo fácil distinguir o mais vantajoso.

No entanto, há outros custos envolvidos tanto na aquisição quanto no processo de controle de jornadas que não aparecem em um primeiro momento, mas que devem ser levados em consideração. Isso porque podem oferecer economia e eficiência a curto e médio prazos.

Assim, a cotação deve ser feita de maneira ampla, não só de preços de aquisição, mas também de valor agregado. Se todos os aspectos de um Sistema de Registro Eletrônico de Ponto (SREP) não forem observados no momento da compra, representarão perdas sucessivas à empresa, caso o menos favorável tenha sido adquirido.

 

O que observar ao investir em um sistema de registro eletrônico de ponto?

 

Já vimos que o relógio de ponto eletrônico, com todos os produtos e serviços necessários para que ele funcione corretamente, deve ser encarado como um investimento. Por isso, a análise de indicadores como TCO, CapEx, OpEx e ROI precisa ser feita antes da compra para optar pela oferta de melhor custo-benefício. Abaixo, falaremos um pouco sobre cada um desses fatores.

 

  • TCO

O TCO é a sigla para Custo Total de Propriedade (do inglês Total Cost of Ownership). Esse indicador tem o objetivo de calcular todos os custos que uma organização tem ao comprar e manter um bem. Dessa forma, visa dar uma noção mais exata dos gastos que a propriedade de um determinado produto gera, fornecendo subsídios para analisar melhor seus benefícios.

No caso dos relógios de ponto eletrônico, é importante verificar, para calcular o TCO da oferta, custos como:

  • aquisição;
  • instalação do sistema;
  • manutenção dos relógios;
  • substituição de peças e reparos após período de garantia;
  • suporte técnico a equipamentos e software;
  • treinamentos de funcionários;
  • licenciamento do software;
  • custo operacional do relógio de ponto.

Ou seja, os responsáveis pela aquisição devem observar, nas propostas recebidas, as melhores condições para que o sistema de controle de jornadas(incluindo equipamentos e softwares) represente o mínimo de despesas para a empresa.

Assim, um fornecedor que pratica o menor preço pelo relógio de ponto pode não ter a melhor proposta se o frete de entrega for alto, se a instalação do equipamento for custosa e se o programa de tratamento do ponto exigir mais investimentos em computadores e servidores, por exemplo. Além disso, há empresas que cobram os serviços de suporte e manutenção à parte.

 

  • CapEx

As chamadas Despesas de Capital (do inglês, Capital Expenditure) são os gastos realizados em equipamentos e serviços com o objetivo de aumentar a produtividade de uma equipe ou da empresa como um todo. Como um bom SREP melhora o controle das horas trabalhadas e torna o setor de Recursos Humanos mais eficiente, podemos considerá-lo como um CapEx.

Assim, é importante conferir, também, quais dos equipamentos e softwares oferecidos compensam mais em melhora da produtividade. Para isso, deve-se observar os seguintes pontos, por exemplo:

  • suporte técnico e manutenção rápidos, que não deixem os equipamentos parados em alguma eventualidade;
  • facilidade na operação do software;
  • funcionalidades do software e acessibilidade que economizam tempo;
  • simplicidade e rapidez na marcação de ponto pelos funcionários;
  • atualizações automáticas do software sem necessidade de novas licenças;
  • soluções para a modernização ou troca de equipamento no caso de mudança na legislação ou melhor da tecnologia.

Nesse sentido, não é interessante contratar as propostas que, ou apresentam um TCO maior por conta de custos posteriores para sua boa operação, ou têm eficiência reduzida pela qualidade inferior de seus produtos e serviços.

 

  • OpEx

Outro aspecto pelo qual deve ser analisada a aquisição de um relógio de ponto eletrônico e de um programa de tratamento de ponto é como uma OpEx, ou Despesa Operacional (Operational Expenditure). Afinal, um SREP pode ter custos de manutenção e de uso constantes, como:

  • licença de uso do software;
  • suporte técnico cobrado por hora;
  • comodato de aparelhos, computadores e servidores;
  • aluguel de espaço em nuvem para o armazenamento de dados.

Por esse motivo, é importante questionar os fornecedores sobre eventuais despesas posteriores que serão necessárias para manter o sistema funcionandoperfeitamente, caso eles não estejam expostos na proposta.

 

  • ROI

De uma maneira bastante simplificada, o ROI (Return on Investiment, ou Retorno sobre Investimento) é calculado pelo lucro líquido que um determinado investimento traz, dividido pelas suas despesas totais.

Para ter o valor desse indicador, é preciso estimar todos os custos que mencionamos acima, bem como, o impacto que o SREP trará na produtividade e na redução de despesas. Alguns dos pontos a serem considerados são:

  • eficiência no controle de jornada, garantindo cumprimento total das horas de trabalho;
  • agilidade na transmissão e no tratamento dos dados para elaboração rápida da folha de pagamento;
  • quantidade de horas de trabalho economizadas no setor de Recursos Humanos;
  • redução de passivos trabalhistas judiciais;
  • melhora no ambiente e no moral da equipe, com menos cobranças pessoais e pagamentos justos, sem erros;
  • correto pagamento de horas extras cumpridas ou compensação de banco de horas.

Sendo assim, o relógio de ponto eletrônico com melhor custo-benefício é aquele que trará o retorno do investimento mais rápido e em uma porcentagem maior. Isso porque entregará maior eficiência com o menor custo global de aquisição e propriedade.

Deu para perceber que é importante, ao analisar propostas para adquirir um relógio de ponto eletrônico, ir além da comparação dos preços de aquisição. Afinal, há uma série de custos de operação e de propriedade em um sistema de controle de jornadas e sua implantação impacta diretamente na eficiência da organização.

Ficou alguma dúvida sobre o que é preciso analisar na compra de um relógio de ponto? Quer mais dicas antes de fechar negócio? Então aproveite e conheça os motivos para usar um relógio de ponto biométrico em sua empresa!

Impressora Térmica Print iD

Sempre buscando inovar, a Control iD traz ao mercado a impressora térmica Print iD. Com seu design moderno e compacto, ela é perfeita para todas as empresas, garantindo alta velocidade de impressão, confiabilidade e durabilidade.

Sua guilhotina integrada de alto desempenho assegura a fácil utilização do produto e sua porta USB de expansão permite a utilização de módulos Wi-Fi e Bluetooth.

  • Design moderno e compacto
  • Guilhotina de alto desempenho integrada
  • Impressão de códigos de barra e imagens
  • Comunicação USB, Ethernet (TCP/IP), Wi-Fi e Bluetooth
    (Módulos Wi-Fi e Bluetooth vendidos separadamente).

Publicada versão 1.60 da NT 2016.002 que posterga o prazo de desativação da versão 3.10 em 30 dias

Foram muitas as mudanças que surgiram com o processo de desativação da versão 3.10 e implementação da versão NF-e 4.0. Pensando na adaptação das empresas, as novidades estão organizadas no seguinte cronograma:

– Ambiente de homologação para testes (20/11/2017): no final do ano de 2017 foi dado o início aos testes dos programas emissores de nota fiscal eletrônica. Nesse momento as notas na versão 3.10 ainda são válidas.

– Ambiente de produção para emitir notas no novo layout (04/12/2017): no mês de dezembro começou o funcionamento da emissão e validação da NF-e 4.0. Tanto as notas na versão 3.10 quanto na versão 4.0 passaram a ser aceitas.

 – Desativação da versão 3.10 do layout anterior da nota (02/08/2018) a partir dessa data, não serão mais aceitas as notas fiscais com o layout 3.10.

Ou seja, o prazo final para implementar todas as mudanças da NF-e 4.0 é dia 2 de agosto de 2018.

O prazo final estava previsto para o dia 02 de julho de 2018. No entanto, no dia 18 de junho de 2018, o prazo foi prorrogado por mais 30 dias.

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